Eu vivo e respiro meios de conseguir uma viela de roda. Banda começando, ideias, ideias e ideias. Para a galera da ~cena celta ~, naquela época ainda meio afastada e com menos opções ainda do que fazer, um pequeno oasis chega: Rio Harp Festival.
Foi em 2009 que estive no festival pela primeira vez; e sem conhecer nada de nada, fui guiado pela minha amiga Ra para o show que atraía bastante público: Athy.
Argentino apaixonado (e vindo diretamente) pelo mundo feérico, Athy sempre causou certa comoção em seus shows devido ao seu estilo obscuro e místico, delicado e muitas vezes sensual - nesse show especificamente ele tirou a camisa risos. Sua música, de acordo com ele, está aqui para trazer mensagens de outras dimensões. Todas elas devidamente captadas por seus fãs. Piadas à parte, curti o show (também rs) e comprei minha cópia de Sabour a Tiershra, ótimo álbum, companheiro de tardes e mais tardes de pensamentos e devaneios (e de algumas consultas de tarô - don't ask).
POIS DAÍ CORTA PRA 2018
Eu às voltas na madruga sem conseguir dormir devido ao não-tão-impulsivo-porém-ainda-louco ato de começar a lançar meu projeto "solo" dou de cara com um simples flyer anunciando um show do Athy em Ilha Grande. Penso rindo TAÍ, NÉ, sei lá. - muito do que eu componho dialoga com os conceitos por trás do trabalho dele - arrisco e antes mesmo de 24 horas eu me deparo com:
E daí a gente faz o quê? A gente sorri, aceita e finge que não está surtando. Foram alguns bons dias até essa terça-feira chegar. E toma ensaio... Mas chegou: dia 1 de maio. Beltane. Suits me.
Queria apenas deixar registrado a magia que foi tocar com esse rapaz. Escolhemos pra valer apenas uma peça, mas tocamos quatro - duas das quais improvisamos. O público adorou; e foi estranhamente familiar tocar no teatro do CCBB, um lugar que tanto frequento e tanto amo.
2018 chegou randomicamente épico; e essa minha primeira empreitada vielística já deu o tom do que vem por aí: novidades que até eu particularmente ainda custo a acreditar.
Queria apenas deixar registrado a magia que foi tocar com esse rapaz. Escolhemos pra valer apenas uma peça, mas tocamos quatro - duas das quais improvisamos. O público adorou; e foi estranhamente familiar tocar no teatro do CCBB, um lugar que tanto frequento e tanto amo.
2018 chegou randomicamente épico; e essa minha primeira empreitada vielística já deu o tom do que vem por aí: novidades que até eu particularmente ainda custo a acreditar.
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Pós-concerto com fãs e amigos queridos. |
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